"Sou como a haste fina que qualquer brisa verga, mas nenhuma espada corta."

Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter, calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz. E então, só aí poderás julgar. Cada um tem a sua própria história. Não compare a sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.”

"Não julgue os outros só porque os pecados deles são diferentes dos seus."


Oração Diária _( Clique)

terça-feira, 30 de junho de 2015




“Mas não me consolem: da minha dor, sei eu.” 

Lya Luft


Hoje você faz aniversário Tia, não tem sido fácil. Sinto falta das nossas conversar, dos seu conselhos, da sua presença.  Tantas coisa boas pra te contar que te deixaria orgulhosa de mim A mãe sem você parece uma criança até quebrou o pé ontem. A saudade de você me  consome. nenhuma dor é maior do que a sua partida. Não sei ter a força que tinhas. Me sinto impotente mesmo sabendo que só a minha presença é um bálsamo para a mãe. nunca vou conseguir ser metade do que fostes. nunca vou ter a metade da força e da coragem que tinhas. Mas uma coisa você me ensinou e se chama "resiliência". Vou levando Tia... um dia de cada vez.

#LutoeternoTiaNilza




"Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.
No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.
Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.
No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.
Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.
No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.
Que adultos se divertem muito mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.
No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).
Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.
No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais.  E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo."

Martha Medeiros

terça-feira, 23 de junho de 2015









"Eu acredito que amanhã é outro dia e eu acredito em milagres.’’


Audrey Hepburn




"Dito dizia que o certo era a gente estar sempre brabo de alegre, alegre por dentro, mesmo com tudo de ruim que acontecesse, alegre nas profundas. Podia? Alegre era a gente viver devagarinho, miudinho, não se importando demais com coisa nenhuma."


João Guimarães Rosa


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Acham mesmo que fico no chão muito tempo???


Já me derrubaram, mais de uma vez, conheço muito bem o gosto, o cheiro, o frio e a escuridão do fundo do poço. Posso cair novamente, mas tenha a certeza, do chão eu não passo e também não fico muito tempo, e sabem por que? Porque eu aprendi a levantar. E depois que a gente aprende a levantar um tombinho não nos deixa mais no chão! Enquanto eu respirar  eu vou levantar, não importa quantas vezes seja preciso. Vou me levantar cada vez mais forte e mais confiante. Hoje eu sei bem quem sou! 

domingo, 21 de junho de 2015

Imaginem a diferença com 40 anos!


"Aos 20 anos, qualquer estrada serve. Mesmo que seja esburacada, ou de terra, ou vá de nada a lugar nenhum. O que vale é a experiência e está tudo bem. Mesmo que o pneu fure, que a gasolina acabe ou que o destino final mude. Aos 30, já sabemos qual estrada é a melhor ou, pelo menos, consegue-se perceber quais são as erradas antes de embarcar em uma. O porta-malas está cheio de bagagem, calcula-se quantos km se roda com um litro de gasolina, há um mapa no porta-luvas e pneus novos. Importa, sim, e muito, o destino.
Aos 20 anos, existe uma grande dose de paciência com os próprios erros. Todos dizem "ainda dá tempo": de mudar de emprego, de trocar de faculdade, de viajar o mundo, de encontrar um amor ou um rumo. Aos 30, mudar de emprego passa a considerar variáveis mais numéricas, trocar de carreira e seguir um sonho soa como uma besteira infantil e, para viajar o mundo, espera-se a baixa do dólar.
Por outro lado, aos 20, o peso de pertencer a um grupo é maior, os padrões que a sociedade impõe atormentam e as normativas da família perturbam. Aos 30, se é mais livre. Nem que seja um pouco. Se a roupa aperta, não importa. Se a decisão não agrada a todos, não se lamenta. Se não queremos algo que todos querem, e daí? E vice-versa, tanto faz. A dona de mim sou eu, afinal de contas.
Aos 20, se a mensagem não chega, se o telefone não toca, se o relacionamento termina, a vida vai junto e parece o fim do mundo. Não se percebe as lacunas no discurso dos outros, nem as mentiras, ou as máscaras. Aos 30, desvenda-se mais rápido a premissa de cada um, a intenção por trás do sorriso e os furos na personalidade. Não há tempo - muito menos paciência - para conviver com quem é de mentira. E, se o relacionamento termina, enquanto se chora também se escreve uma lista do que fazer de diferente da próxima vez.
Aos 20, colecionam-se colegas que chamamos de amigos. Aos 30, tem-se uma meia dúzias de amigos e não nos sentimos sozinhos.
Se aos 20 reunimos todo o material que nos construirá, aos 30 estabelecemos residência e sabemos quem somos. Pelo menos numa parte maior do tempo. E isso é bom.
Não, não quero casar. Não, não quero ter filhos. E não, não preciso me explicar. Já sou crescida. Tenho '40'."


Ruh Dias
*Então você passa mais de 2 semanas no modo automático, sentindo saudades de quem não pode e de quem não quer estar do seu lado, se comparando com uma pessoa uns 15 anos mais nova e que quando  vê pessoalmente te da a noção do tão ridícula está sendo, vai pra casa com um monte de filmes 'cabeça" e pra sua surpresa a unica pessoa do mundo que realmente te ama e vai te amar incondicionalmente passa o fim de semana todinho com você assistindo esses filmes e o melhor, entende os filmes, você não afoga a saudade com bebidas e sim com cultura, com arte e com a sua pessoa mais importante do mundo. Isso te da uma sensação de renovação que não tem palavra que descreva. Você manda a PQP a gorda com risada engraçada que não chega nem na pontinha do seu dedo mindinho do pé, manda a PQP a pessoa que não quer estar do seu lado, toma um banho, escova os cabelos se olha no espelho e tem certeza absoluta  AMA QUEM  VÊ NO ESPELHO. 
É cliche mas quem te ama não te faz sofrer, não mesmo. e só devemos sentir saudades de quem nos amou  verdadeiramente e só não esta do nosso lado porque a vida não permite. 
meu mundo está colorido novamente, e com a graça de Deus to de pé novamente. Ninguém me segura, ninguém me faz ficar no chão por muito tempo, posso chorar, posso ouvir as músicas mais bregas que existem, posso chafurdar na lama mas isso são só momentos e esses momentos não são nada comparados aos momentos curtindo o que eu amo com quem eu amo. Obrigada meu Deus pelo filho maravilhoso que me destes, obrigada pela força gigantesca  que faz eu não ficar mais do que o tempo necessário no chão. To bem pra caramba!

Não vou enlouquecer, nem me matar, nem desistir. Pelo contráriovou ficar ótima e incomodar bastante ainda.” 

Caio Fernando Abreu.














"O que é verdadeiro persiste. Às vezes, abre mão e desiste, mas entende a diferença entre o que existe e o que meramente insiste. Dos sonhos a simples esquisitices – essas vontades fora de hora, vigora aquilo que no peito aflora. E, ainda que seja ignorado por ora, volta e meia se revolta e mostra que ainda resiste.
Já tentou jogar fora alguma coisa e, no dia seguinte, viu que tudo estava ali de volta? Maluquice, eu sei. Mas adianta brigar com o que já criou raiz? Segue feliz, amigo. Não liga. O que é pra ser tem mais força do que a gente pensa, mas tudo também vai depender de como a gente pensa.
Sei que, sim, o que é verdadeiro persiste.
Às vezes, persiste como dor, outras, como uma simples saudade. Pode se passar por cima. Pode ser que encontre mais um motivo qualquer – para esquecer ou lembrar – na próxima esquina, mas o que é verdadeiro é uma praga. No final das contas, é aquilo que essa gente tonta repete à torto e direito nos ouvidos de quem sabe que carregar tal coisa não é defeito.
É apenas o que se sente. E o sentir é para os fortes. Só eles entendem que essa persistência é a virtude de algo maior que o entendível. É que o verdadeiro insiste. Não, calma. Existe. Péra. Persiste. É, isso aí mesmo. Sabe lá o que cada um faz dele, mas o verdadeiro tem uma força além do entendível. Incrível."

Gustavo Lacombe

sábado, 20 de junho de 2015

"Todas as formas palpáveis de vida me faltaram
Agora as estátuas que se trajavam de beleza está vestida de ruínas
Meu sangrar corre, mas meu corpo pára.
O que movia as folhas? Meu coração? Minhas pernas?
Foi isto que sonhei. Isto que previ. Este é o meu lugar.
Meus olhos são duros. Amo e odeio.
Desejo uma só coisa:morrer na água castanha onde apodrecem as folhas mortas."


Virgínia Woolf



"Eu e você frente a frente... É o medo e o desejo; É desconfiança e a esperança; É o grito e o silencio; É o gelo derretendo o fogo... Eu e você frente a frente É ter sempre que me confrontar; Encarar meus erros e as minhas razões... As minhas verdades e as minhas ilusões; Meu poder e a minha impotência; A minha liberdade e os meus limites... Quando eu to na sua frente, Eu sinto toda a minha dor, Mas só na sua frente eu posso sentir todo o meu amor."

Preciso esvaziar....

sexta-feira, 19 de junho de 2015

"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? [...], haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez'."


Caio Fernando Abreu


"[...] sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor, pois se eu me comovia vendo você, pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você dormindo, meu Deus...como você me doía! De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme...só olhando você, sem dizer nada só olhando e pensando: Meu Deus, mas como você me dói de vez em quando!"


Caio Fernando Abreu


"Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. "

Caio Fernando Abreu




"Tão estranho carregar uma vida inteira no corpo, e ninguém suspeitar dos traumas, das quedas, dos medos, dos choros."


Caio Fernando Abreu




Então eu peço a Deus, tira esse sentimento de mim. Faça com que eu esqueça e Deus com seus mistérios me mostra exatamente o que quero esquecer.  Juro que não consigo entender.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Cair sete vezes e levantar oito!


"Só descobrimos o quanto somos fortes quando a vida exige que sejamos fortes."

domingo, 14 de junho de 2015

Para sempre me ficou esse abraço. 
Por via desse cingir de corpo minha vida se mudou. 
Depois desse abraço, trocou-se, no mundo, o fora pelo dentro. 
Agora, é dentro que tenho pele. 
Agora, meus olhos se abrem apenas para as funduras da alma. 
Nesse reverso, a poeira da rua me suja é o coração. 
Vou perdendo noção de mim, vou desbrilhando. 
E se eu peço que ele regresse é para sua mão peroleira me descobrir ainda cintilosa por dentro. 
Todo este tempo me madreperolei, me enfeitei de lembrança.




Mia Couto
Todavia, 

Como todos sabemos, o lugar a que voltamos nunca é o mesmo que tínhamos deixado.



Orhan Pamuk
' Eu pensei que pudesse esquecer certos velhos costumes
Eu pensei que já nem me lembrasse de coisas passadas
Eu pensei que pudésse enganar a mim mesmo dizendo que essas coisas da vida em comum
não ficavam marcadas.
Não pensei que me fizessem falta umas poucas palavras dessas coisas simples
que dizemos antes de dormir.
De manhã o bom dia na cama a conversa informal, o beijo depois o café, o cigarro e o jornal.
Os costumes me falam de coisas de factos antigos não me esqueço das tardes alegres com nossos amigos.
Um final de programa fim de madrugada,o aconchego na cama, a luz apagada, essas coisas 
só mesmo com o tempo se pode esquecer.
E então eu me vejo sozinho como estou agora e respiro toda a liberdade que alguém pode ter.
De repente ser livre até me assusta me aceitar sem você 
certas vezes me custa como posso esquecer dos costumes se nem mesmo esqueci de você!!!'


(Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
“Então eu te disse que o que me doíam essas esperas, esses chamados que não vinham e quando vinham sempre e nunca traziam nem a palavra e às vezes nem a pessoa exata. E que eu me recriminava por estar sempre esperando que nada fosse como eu esperava, ainda que soubesse.”

Caio F. Abreu

"Quero que saibas
uma coisa.
Sabes como é: 
se olho
a lua de cristal, o ramo vermelho
do lento outono à minha janela,
se toco
junto do lume
a impalpável cinza
ou o enrugado corpo da lenha,
tudo me leva para ti,
como se tudo o que existe,
aromas, luz, metais,
fosse pequenos barcos que navegam
até às tuas ilhas que me esperam.
Mas agora,
se pouco a pouco me deixas de amar
deixarei de te amar pouco a pouco.
Se de súbito
me esqueceres
não me procures,
porque já te terei esquecido.
Se julgas que é vasto e louco
o vento de bandeiras
que passa pela minha vida
e te resolves
a deixar-me na margem
do coração em que tenho raízes,
pensa
que nesse dia,
a essa hora
levantarei os braços
e as minhas raízes sairão
em busca de outra terra.
Porém
se todos os dias,
a toda a hora,
te sentes destinada a mim
com doçura implacável,
se todos os dias uma flor
uma flor te sobe aos lábios à minha procura,
ai meu amor, ai minha amada,
em mim todo esse fogo se repete,
em mim nada se apaga nem se esquece,
o meu amor alimenta-se do teu amor,
e enquanto viveres estará nos teus braços
sem sair dos meus."

Pablo Neruda, em "Poemas de Amor de Pablo Neruda

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Tempo Será:
A Eternidade está longe
(Menos longe que o estirão

Que existe entre o meu desejo
E a palma da minha mão).
Um dia serei feliz?
Sim, mas não há de ser já:
A Eternidade está longe,
Brinca de tempo-será.


Manuel Bandeira


"Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação."


Manuel Bandeira, O Último poema.

"Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústica rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre."

Manuel Bandeira

"Ser como o rio que deflui

Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas no céu, refleti-las
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranqüilas."


Manuel Bandeira 
... É tocante e vive, e me fez agora refletir que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu.

Manuel Bandeira
"Lembre-se sempre: "Toda a palavra de desânimo é uma má ação"

Manuel Bandeira