"Sou como a haste fina que qualquer brisa verga, mas nenhuma espada corta."

Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter, calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz. E então, só aí poderás julgar. Cada um tem a sua própria história. Não compare a sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.”

"Não julgue os outros só porque os pecados deles são diferentes dos seus."


Oração Diária _( Clique)

quinta-feira, 27 de agosto de 2015


"Sobre o que realmente temos controle na vida? Às vezes, me faço essa pergunta e chego à conclusão que sobre pouquíssimas coisas. A vida é mesmo frágil, é a chama de uma vela como diria Shakespeare. Além de frágil é fugaz, passa rápido e, contemporaneamente, em um mundo de extrema fluidez, a sensação que tenho é que a vida passa sem que eu possa de fato senti-la.
Temos que fazer mil e uma coisas em um dia, quando não temos condições de fazer cinco com qualidade. Cheios de obrigações e sem tempo para nada, o tempo passa e a chama que nos mantêm vivos fica mais fraca. Esse tempo não volta e pior, não fica na memória, pois não o gastamos com o que de fato deveria ser gasto.
A obrigação em dar certo na vida, não nos permite parar, ainda que não saibamos para aonde estamos indo. Essa maneira de se comportar intensifica-se com a vida em uma sociedade capitalista, em que a obrigação em dar certo na vida resume-se em ganhar dinheiro. Vivemos sob o jugo da alta performance e exigência de um mundo cada vez mais dinâmico.
O que me preocupa é a forma como já estamos adaptados a viver dessa forma, sem questionar se essa é a melhor forma de viver, pois como disse, a vida é breve e por ser breve deve ser aproveitada naquilo que realmente importa. Um dia a gente acorda, os anos se passaram e perdemos a oportunidade de deixar a nossa marca no mundo, de dar um abraço e ganhar um sorriso. Ou seja, ser importante para alguém e fazer de um alguém, importante.
Devemos produzir, devemos correr, devemos “ter” coisas para mostrar, como se objetos definissem pessoas, mas, mesmo que definam, são definições muito superficiais. Nessa busca incessante por um sem número de coisas, existem pessoas em lugares que não querem estar, em trabalhos que não trazem nenhuma felicidade, em relacionamentos vazios e contentam-se, afinal nos vendem a ideia de que essa é uma vida feliz.
Nós a aceitamos, por medo, preguiça ou insegurança, de viver uma vida que realmente faça jus a nossa existência e àquilo que somos. Acreditamos que a vida, dessa forma, é levada a sério, que estamos fazendo “coisas sérias”. Como é tola a sabedoria que os adultos carregam. Mal sabem que as areias da ampulheta chegam ao outro lado e suas vidas são vividas como a dos outros, sem diferenças, sem essência, sem nada que possa fazê-los importantes.
Tantas coisas que passam por nós ao longo da vida, tantas coisas que vem e vão, tantos que não nos lembramos, tantos que não lembram de nós. Poderíamos ter nos ocupado de menos coisas, ter ficado mais tempo com o que faz o coração enternecer, chorado quando sentisse vontade e colecionado sorrisos para fortalecer a alma.
Mas não temos tempo para essas coisas. No mundo dos adultos só há tempo para as coisas sérias, para fazer contas, para o racional. Desse modo, ao longo do tempo vamos esquecendo quem somos e nos transformamos em máquinas ou qualquer outra coisa. Nem tudo pode ser contado e, assim, há coisas que somente são sentidas. Embora, tenhamos nos ocupado muito em deixar de sentir. E nos orgulhamos disso, pois somos homens “sérios”.
“Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: “Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!” e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem; é um cogumelo!”
Como a sabedoria do principezinho é diferente da nossa. Cegos da nossa razão, estamos inchados de orgulho de uma vida que nós afasta dos outros e de nós mesmos. Acreditamos que a felicidade está na grandiosidade ou quantidade. Guardamos tralhas que no fim das contas, apenas nos deixam mais vazios. Tentamos cultivar milhares de pessoas, mas não temos tempo para cuidá-las e, logo, não colhemos nada.
Shakespeare disse que a vida é a chama de uma vela; Quintana que a vida é breve; Niemeyer que a vida é um sopro. Eu vos digo que a vida só vale a pena, quando com pequenas coisas se ganha um sorriso. Acho que a vida do homem contemporâneo não se adéqua ao que penso, mas as pessoas grandes são muito esquisitas e isso não fui eu que disse, mas um frágil e pequenino sábio:
"- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram... - Não encontram, respondi...E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d’água...- É verdade. E o principezinho acrescentou: - Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração..."

Erick Moraes


"No livro Prosa Reunida, de Adélia prado, encontrei uma frase singela 
e verdadeira ao extremo.

"Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor".
É comovente.
Porque é algo que a gente esquece:milhões de pequenos gestos são maneira de amar.
(...)
Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, 
um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem,
cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar,
e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores
desnecessárias.

Quanto jeito que há de amar.
Uma foto mantida ao alcance dos olhos,uma lembrança bem guardada,
fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar
o cachorro pra passear,chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em
quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças,
ouvir os amigos, ouvir os parentes, - ouvir.

Quanto jeito que há de amar.
Rezar por alguém,vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos,
tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído,
cobrir, visitar doentes, velar ..

Quanto jeito que há."

Martha Medeiros

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Porque há promessas que nunca podem ser quebradas.


"Amar pode doer às vezes
Mas  a única coisa que eu sei
[...]
É a única coisa que nos mantém vivos"

terça-feira, 25 de agosto de 2015


"Rejeitava como inútil tudo o que não contribuísse ao consumo imediato do seu coração, pois seu temperamento era mais sentimental do que artístico, e ela procurava emoções e não paisagens."


Gustav Flaubert


segunda-feira, 24 de agosto de 2015







"Qualquer coisa que você fizer será insignificante... mas é muito importante que você faça."


Remember Me




“Te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em tudo outra vez [...].”


 Caio Fernando Abreu -  Morangos Mofados


domingo, 23 de agosto de 2015

Sem palavras...apenas lágrimas...







"Eu não queria sentir a saudade que sinto. Nem ter medo da frequência em que ela me visita antes de deitar. Será que é tão difícil tornar o beijo contínuo e a saudade passageira?Será que entre o hiato do amor e da saudade, não há como existir somente a alegria do vivido?

Mesmo andando de mãos dadas com a euforia de viver, algumas vezes, diante de certos sentimentos, me faltam palavras. Me faltam, pois tenho medo dos grandes sentimentos. Medo de senti-los, me acostumar com eles e, como quando o sol se cansa de iluminar a todos, ele se pôr. A verdade é que meu coração está preparado para amar, mas não para sentir saudade. Para beijar, mas não para deixar de ser beijado. Para ver as nuvens, mas não deixa-las me tirar a visão das estrelas.
[...]Busco sensações do passado, as encaixo na minha realidade atual e, como se fosse possível e saudável, crio cenários de viver isso novamente. É, definitivamente, eu não sei sentir saudade.
[...] guardo os meus sentimentos no olhar e aceno com os lábios, como quem diz que onde quer que a gente vá, que levemos o nosso coração. E eu sempre levo, pois, a gente só abre o coração dos outros quando abrimos os nossos. Sim, os nossos.
Então, mesmo com a saudade que insiste ser vizinha, se eu pudesse, continuaria tendo dois corações. Um para amar, e outro também."


Frederico Elboni





"Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo pra você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.  O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.
Eu não digo nunca que estou cansada.Nada de palavra negativa.  Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!
Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou? Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser.  Filha dessa abençoada terra [...].
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.  Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes. O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.  Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.  Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.
Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir."


Cora Coralina


sábado, 22 de agosto de 2015


"As melhores pessoas possuem um sentimento pela beleza, a coragem de assumir riscos, a capacidade de se sacrificar. Ironicamente, suas virtudes as fazem vulneráveis; são frequentemente feridos e, muitas vezes, destruídos."

Ernest Hemingway




"Se foi embora, nunca pertenceu de fato à alma de quem ficou. Eis a diferença entre ser e estar. Era apenas de um lado, e não um todo..."

Nicoli Miranda





quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Lindo lindo lindo, livro da minha vida, pra minha vida!




"Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa."

O Pequeno Príncipe





"A verdade é que eu nasci velha.(...) A verdade é que morri muitas vezes. E nasci de novo, insistentemente. Nasço criança sempre que descubro um novo amigo. Quando lateja o meu amor pelo meu filho. (...)  Nasço de tanto amor que sinto. A vida me gasta, mas não me envelhece, porque eu insisto na alegria.  Quanto mais o tempo avança, mais ingênua eu me torno,  mais crianças descubro em mim.
A verdade é que sou uma geminiana boba, que adora ganhar presente e contar piadas só pra ouvir risadas em coro. Boba de colecionar amores, irmãos e novos amigos – mesmo que nunca  mais os veja. Boba de não botar maldade e de vez em quando me ferir. Sou menina de sempre, que acorda acreditando que hoje vai ser melhor que ontem.

Nasci velha e a cada dia remoço um pouco por dentro. O tempo dá sempre um jeito de aparecer pelo corpo – e eu o acolho sorridente, porque só tem me feito bem. Pequenos volumes deselegantes habitam meu corpo sem pedir licença –  é no que dá exercitar tanto a cabeça e acorcundar o corpo na aflição matemática do pensar sem fim.
A verdade é que a vida é uma eterna batalha entre o mau humor e a alegria. Todo dia tenho a chance de escolher qual dos dois vou vestir. Prefiro repetir o sorriso quase todo santo dia, porque já sei que ele vai me cair bem."

Cris Guerra







"Se tu vens, por exemplo as quatro da tarde... Desde as três eu começarei a ser feliz..."
É hoje! Emoticon heart

terça-feira, 18 de agosto de 2015


"Cara, dizer adeus à pessoas, hábitos, objetos, lugares não é fácil. Nunca foi. Às vezes pensamos que não vá acontecer conosco e, se sim, costumamos adiar o máximo possível porque sentimos como se fosse uma das coisas mais difíceis de se fazer e de se passar (ainda mais quando é algo permanente).
De repente, você se pega naquele instante definitivo e dramático com lágrimas nos olhos e um aperto no coração. Penso que é um daqueles momentos de impacto no qual nos vem à cabeça tudo o que vivemos com quem ou com o que estamos dizendo adeus.
É a pior sensação do mundo perceber que não vamos mais viver aquilo novamente ou que nunca mais (pelo menos não com a mesma frequência) veremos tudo e todos que fizeram parte dos nossos momentos. Que acabou. Fim.
E quando você sai às coisas não melhoraram, pelo contrário, esse choque é muito mais real. Somente com o tempo somos capazes de lidar, seja superando ou se conformando.
Esse tipo de adeus é consciente e cru e o mais engraçado de tudo é o fato de ele ser sempre o primeiro (às vezes o único) que nos vem à cabeça quando tratamos do tema. Aquela coisa trágica e espalhafatosa. Contudo, há também aquele adeus inconsciente e silencioso que você nem percebe chegar e se instalar ao seu lado na caminhada.
À medida que a vida segue, alguns nós se enfraquecem e, por mais que tentemos apertá-los de novo, eles insistem em se desfazer espontaneamente. Ficamos ocupados demais com outros momentos, outras aventuras e outras pessoas. Não é nossa culpa.
Sabe aquelas conversas que costumavam durar 24 horas? Agora duram apenas alguns minutos. Aquelas visitas semanais passam a ser anuais. Aquela saudade forte passa a dar lugar a uma rotina que ocupa todos os seus pensamentos. Você não procura e nem insiste mais como antes.
Aquele costume não é mais tão comum, aquele objeto vai parar na lixeira ou na caixa de doações e aquela peça de roupa vai ficando no fundo do armário. Aos poucos, muito vai sendo empurrado para fora da nossa vida naturalmente.
 O olhar simples sobre as coisas e sobre o mundo vai desaparecendo lentamente. A inocência se perde em algum lugar da infância. Os gostos há muito deixaram de ser os mesmos. Aquele antigo eu cede lugar ao novo. A verdade é que você sussurra adeus ao seu redor progressivamente, sem perceber.
Ele está em cada etapa encerrada da nossa vida. Está nos sonhos que desistimos ou naqueles que concluímos. Ele está estampado no rosto, no corpo e em cada fio de cabelo que cai. Está emoldurado naqueles porta-retratos e naqueles álbuns de família que, volta e meia, paramos para olhar. O adeus está no fim de cada dia e de cada ano.
É inegável que isso não vá acontecer com tudo e todos em nossa vida porque sempre haverá aquilo e aqueles que são permanentes.
Entretanto, esses adeuses são uma realidade em nossa porta. E sabe de uma coisa? Deixe que eles entrem e se acomodem. Permita-se dizer adeus, ame dizer adeus (seja ele de qual tipo for) e não encare sempre como algo negativo, como perda, como dano.
Costumo pensar que eles fazem parte do nosso ciclo de vida, do nosso continuo processo de (re)construção, crescimento e amadurecimento. É como um decompositor que desconstrói e rompe um pouquinho diariamente, mas que no final também está nos transformando e nutrindo.
Sobretudo, perceba que há por detrás de cada um deles uma porta que se fecha, mas também uma que se abre revelando grandes horizontes e jornadas."


sábado, 15 de agosto de 2015



"Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. 

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. 

Você deve achar que eu bebi. Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também. 

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar. 

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo. 

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente."



Martha Medeiros

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Lindo demais!







"O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.[...] O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença."

Papa Francisco




 “ O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto”

 Cícero