
“Deixa-me amar-te com ternura, tanto que nossas solidões se unam e cada um falando em sua margem possa escutar o próprio canto. Deixa-me amar-te com loucura, ambos cavalgando mares impossíveis em frágeis barcos e insuficientes velas pois disso se fará a nossa voz. Deixa-me amar-te sem receio, pois a solidão é um campo muito vasto que não se deve atravessar a sós.”
*Lya Luft*