“Eu era sua, a sua menina, a sua criança, a sua mulher, a sua parceira de dar risada de programas estúpidos que passam de madrugada na TV. A sua melhor amiga pra sentar num banco de praça e falar mal de todo mundo ou pra cuidar da nossa porquinha de pelúcia. Eu era a mulher que encaixava a cabeça nas suas costas e sabia que tinha nascido a partir de você, eu era a mulher que esperava sofridamente você voltar mas nunca deixou de te amar mesmo quando você ia.”
Tati Bernardi
